quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Comprar PS4

Vejam com o que me deparei hoje.
Matérias interessantíssimas na mesma página do uol, com capa do horário das 12hs até as 17hs (consulte arquivo da Home-Page de 17/10/2013 12h). Ambas falando sobre a compra do  PS4, novo console da Sony.
A chamada destacava que o PS4 a ser vendido no Brasil, será, disparado, o mais caro do mundo - R$ 3.999,00 - Será ABSURDO!
Leia meus comentários no final.



Matéria 1
Entre 60% e 70% do preço do PS4 no Brasil são impostos, diz Sony            
Théo Azevedo
Do UOL, em São Paulo

No Brasil, o PlayStation 4 será R$ 1.800 mais caro do que o concorrente Xbox One
O Brasil tem o PlayStation 4 mais caro do mundo: R$ 3.999. De acordo com a Sony, o maior vilão do alto preço é a carga tributária que incide sobre videogames no país e que corresponderia, segundo a companhia, a algo entre 60% e 70% do valor total do PS4.
Dentre os impostos que encarecem videogames no Brasil estão o ICMS (Imposto sobre Mercadorias e Serviços), Pis (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social). No caso de produtos importados, como o PlayStation 4, incide também IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).
Curiosamente o Xbox One, no Brasil, sai por R$ 2.200, sendo que nos EUA o videogame da Microsoft é US$ 100 mais caro que o PS4. Qual é a suposta mágica da Microsoft? Procuramos a empresa, que ainda não se pronunciou.
http://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2013/10/17/entre-60-e-70-do-preco-do-ps4-no-brasil-sao-impostos-diz-sony.htm
Matéria 2
Viajar aos EUA para comprar PS4 sai mais barato que console no Brasil
Pedro Henrique Lutti Lippe Bate e volta nos EUA para comprar o PlayStation 4 é mais barato que o console brasileiro
A Sony revelou nesta quinta-feira (17) que o preço oficial do PlayStation 4 no Brasil será R$ 3.999. Com esse anúncio, veio à tona um questionamento intrigante: é mais barato comprar o console em território nacional, ou então viajar e trazê-lo de outro país?
Nos EUA, o console da próxima geração chegará às lojas por US$ 400 - quantia que equivale a cerca de R$ 865 consideradas as taxas cambiais do dia da publicação desta nota. Essa discrepância nos preços faz com que, ao menos em termos de gastos totais, valha a pena pegar um avião e adquirir o PS4 na terra de Obama.
http://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2013/10/17/e-mais-barato-comprar-o-ps4-no-brasil-ou-viajar-para-fora-e-compra-lo-la.htm

Comentários:
Se o problema são os impostos, vamos a crueldade da matemática:
PS4 - Preço final nos EUA - R$ 900,00, já com exagero na cotação do dolar.
A Sony afirma que os tributos (crueis) são de 70% do valor total do produto. Mas lembrem-se, estamos considerando o valor final de lá, e não o valor de fabricação e de venda para os revendedores, que devem ter lucro ao revender para nós, MORTAIS. Assim posso afirmar que o valor a ser considerado deveria ser menor do que a metade deste em análise.
Contudo, vamos ver com esse valor altíssimo de R$ 900,00.
70% de R$ 900,00 é igual a R$ 630,00.
R$ 900,00 + R$ 630,00 = R$ 1.530,00 (em tese o lucro dos vendedores já estaria incluído).
PERGUNTO:
Como  a Sony explica a diferença de R$ 2.469,00 (R$ 3.999,00 - R$ 1.530,00)?
Mesmo que aplicássemos 200% do valor total em impostos e custos, vejam o valor final:
R$ 900,00 + R$ 1.800,00 (200%) = R$ 2.700,00.
Assim, continuarei afirmando que os empresários NO BRASIL obtém um LUCRO ABSURDO num único produto vendido e poderiam lucrar muito mais, com valores menores, venderiam muito mais e teriam um LUCRO AINDA MAIOR. Como devo interpretar que são esses empresários? Não posso nem chamá-los de burros, para não sofrer um processo por parte das associações protetoras de animais.
ACORDA BRASIL.


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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Matrículas no ensino superior crescem 4,4% entre 2011 e 2012

Essa é uma postagem que replica o conteúdo exibido em: http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/09/17/matriculas-no-ensino-superior-crescem-44-entre-2011-e-2012.htm
Site do UOL.
A matéria é interessante àqueles que militam e gostam do mundo da educação.
Vale a leitura:

"Em 2012, houve 7.037.688 matrículas no ensino superior brasileiro. O número é 4,4% superior ao de 2011, segundo os dados do Censo da Educação Superior divulgados nesta terça-feira (17) pelo MEC (Ministério da Educação). O crescimento é menor que o alcançado entre 2010 e 2011, que foi de 5,65%.

 

De acordo com o órgão, há 2.416 instituições de ensino superior no país.
A maior parte das vagas ainda está em instituições privadas (5.140.312 matrículas). Das matrículas em universidades públicas, 1.087.413 foram em universidade federais, 625.283 foram em estaduais e 184.680 em municipais.
No entanto, as matrículas cresceram mais em instituições públicas: 7%, frente ao crescimento de 3,5% das matrículas em privadas.
Em coletiva, o ministro Aloizio Mercadante destacou que em 10 anos o número de matrículas efetuadas na rede pública cresceu 74%.
Na pós-graduação, a situação se inverte e o ensino público domina. Das 203.717 matrículas abertas, 172.026 foram no ensino público e 31.691 no ensino privado.
Dos alunos matriculados, 67,1% estão em cursos de bacharelado, outros 19,5% estão em licenciatura e 13,5% fazem cursos tecnológicos.

Presencial e a distância

O ritmo de crescimento no número de matrículas de ensino superior a distância foi mais forte do que o de cursos presenciais. Em 2012, as matrículas em cursos a distância aumentaram 12,2%, enquanto nos presenciais, 3,1%.
Contudo, 85,5% dos alunos do ensino superior continuam nas salas de aula presenciais. Apenas 14,5% do total está matriculada em cursos a distância.
Dos cursos EAD, 72,1% estão dentro de universidades. Para o ministro, esse dado aponta para a qualidade da expansão do ensino a distância. "O mais importante é garantir a qualidade", disse.

Atraso na divulgação

O MEC atrasou a divulgação dos dados do censo. Inicialmente, os dados seriam divulgados no dia último dia 9, mas o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), responsável pelo estudo, publicou portaria adiando o prazo para a última segunda-feira (16). A informação só foi divulgada em coletiva com o ministro Aloizio Mercadante nesta tarde.
As assessorias de imprensa do MEC e do Inep foram questionadas sobre a razão do atraso, porém a solicitação não foi respondida até o momento."

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